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	<title>pt.webappsec &#187; treino</title>
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	<description>Segurança de Aplicações Web</description>
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		<title>Jarlsberg</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 01:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[OWASP]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
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		<category><![CDATA[webgoat]]></category>

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		<description><![CDATA[Jarlsberg é o seu nome, e é uma aplicação desenvolvida pela Google para demonstrar como funcionam as principais vulnerabilidades em aplicações Web. Como já havia referido por aqui, o gigante da Web parece finalmente ter acordado para o verdadeiro problema de segurança das aplicações Web, e começa a apostar bem forte na protecção das mesmas,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both"><a href="http://webappsec.netmust.eu/wp-content/uploads/2010/05/jarlsberg1.png" class="image-link"><img class="linked-to-original" src="http://webappsec.netmust.eu/wp-content/uploads/2010/05/jarlsberg1-thumb.png" height="320" align="left" width="380" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" /></a><div style="text-align: justify;"><a href="http://jarlsberg.appspot.com/">Jarlsberg</a> é o seu nome, e é uma aplicação desenvolvida pela <a href="http://www.google.com">Google</a> para demonstrar como funcionam as principais vulnerabilidades em aplicações Web. Como já havia referido por aqui, o gigante da Web parece finalmente ter acordado para o verdadeiro problema de segurança das aplicações Web, e começa a apostar bem forte na protecção das mesmas, como uma forma de proteger o seu próprio core business.</div></p>

<p style="text-align: justify;">O Jarlsberg é portanto uma aplicação web inerentemente insegura, um pouco à semelhança do que acontece com o <a href="http://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_WebGoat_Project">Webgoat</a> da <a href="http://www.owasp.org">OWASP</a>, que serve para demonstrar como funcionam os mais diversos ataques a aplicações Web. A ferramenta está organizada em diversos laboratórios de teste, que permitem que alguém possa ir evoluindo no estudos dos mesmos. É possível usar técnicas de <strong><em>black box hacking</em></strong> e de <strong><em>white box hacking</em></strong> para ir explorando as múltiplas vulnerabilidades da aplicação, que vai desde <strong><em>cross-site scripting</em></strong> e <strong><em>cross-site request forgery</em></strong> a perdas de informação, negação de serviços e execução remota de código. </p>

<p style="text-align: justify;">O Jarlsberg funciona integralmente online, sobre o Google <a href="http://code.google.com/appengine/">AppEngine</a>, foi escrito em <a href="http://www.python.org/">Python</a>, e constitui-se assim como excelente recurso de formação e de treino nesta área. Ao longo de diversas lições devidamente explicativas e claras, e com a ajuda da ferramenta da Google, o utilizador irá perceber um pouco melhor todo este contexto de segurança aplicacional para a Web.</p>

<p style="text-align: justify;">Vale a pena ver.</p>

<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		<title>Saiu a versão final do Backtrack 4</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 23:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Treino e Formação]]></category>
		<category><![CDATA[backtrack]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[treino]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem trabalha na área da segurança de informação deve conhecer, ou pelo menos já deve ter ouvido falar da distribuição Linux que dá pelo nome de Backtrack.

A equipa que desenvolve e distribui a distribuição Backtrack anunciou recentemente que a versão final do BT4.

O BT4 é composto por um conjunto alargado de ferramentas que permitem efectuar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem trabalha na área da segurança de informação deve conhecer, ou pelo menos já deve ter ouvido falar da distribuição Linux que dá pelo nome de <a href="http://www.backtrack-linux.org/" title="Homepage da ferramenta Backtrack">Backtrack</a>.</p>

<p>A equipa que desenvolve e distribui a distribuição <a href="http://www.backtrack-linux.org/" title="Homepage da ferramenta Backtrack">Backtrack</a> anunciou recentemente que a versão final do <strong>BT4</strong>.</p>

<p>O BT4 é composto por um conjunto alargado de ferramentas que permitem efectuar <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Penetration_test" title="Penetration Test at Wikipedia">testes de penetração</a>, num ambiente integralmente dedicado a profissionais de segurança. O BT permite um leque alargado de opções de instalação e de execução:<br />
1. Pode correr nativamente na máquina<br />
2. Pode ser executado como um Live CD<br />
3. Pode ser executado a partir de uma <em>pen</em> USB</p>

<p>Enfim, o BT4 é uma ferramenta fundamental para quem está trabalha na área de segurança de informação, e tem como principal actividade a realização de testes à segurança de sistemas &#8211; em particular <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Penetration_test" title="Penetration Test at Wikipedia">testes de penetração</a>. O BT4 vem (bem) apetrechado com as mais recentes versões de todas as ferramentas necessárias à realização da sua actividade profissional.</p>

<div style="text-align:center;"><img src="http://webappsec.netmust.eu/wp-content/uploads/2010/01/781E6A4D-2DAA-4175-9EEC-C0B122AC75B3.jpg" alt="781E6A4D-2DAA-4175-9EEC-C0B122AC75B3.jpg" border="0" width="535" height="231" /></div>

<p>Como não poderia deixar de ser, queria desde já lançar aqui um alerta para que não hajam posteriores confusões. O BT4, como qualquer ferramenta de segurança informática (especialmente aquelas mais vocacionadas para a realização de testes de vulnerabilidades), podem ser utilizadas para fins maléficos. É completamente desaconselhada a utilização deste tipo de ferramentas para fins ilícitos, sob pena de poderem ser punidos de acordo com a legislação em vigor. <strong>O aviso à navegação fica feito</strong>.</p>
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