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	<title>pt.webappsec &#187; Ferramentas</title>
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	<description>Segurança de Aplicações Web</description>
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		<title>10 principais técnicas de hacking da Web</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 03:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jeremiah Grossman é o fundador e o CTO da WhiteHat Security, uma empresa responsável por fazer avaliações de risco em sites web e na identificação e correcção de vulnerabilidades nos mesmos. No seu blog, Jeremiah apresentou recentemente dois posts (aqui e aqui) que resumem claramente a actividade em termos de segurança de informação das passadas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeremiahgrossman.blogspot.com/2004/11/my-resume.html" target="_blank">Jeremiah Grossman</a> é o fundador e o CTO da <a href="http://www.whitehatsec.com/" target="_blank">WhiteHat Security</a>, uma empresa responsável por fazer avaliações de risco em sites web e na identificação e correcção de vulnerabilidades nos mesmos. No seu <a href="http://jeremiahgrossman.blogspot.com/" target="_blank">blog</a>, Jeremiah apresentou recentemente dois posts (<a href="http://jeremiahgrossman.blogspot.com/2010/01/best-of-application-security-friday-jan_15.html" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://jeremiahgrossman.blogspot.com/2010/01/best-of-application-security-friday-jan_22.html" target="_blank">aqui</a>) que resumem claramente a actividade em termos de segurança de informação das passadas duas semanas.</p>

<p>Para além desses dois excelentes resumos, o que me despertou mais a atenção no blog do Jeremiah foi a sua <a href="http://jeremiahgrossman.blogspot.com/2010/01/top-ten-web-hacking-techniques-of-2009.html" target="_blank">listagem</a> que descreve as 10 principais técnicas de hacking da Web &#8211; através de apresentações ou de artigos. Tomei a liberdade de reproduzir essa mesma listagem aqui, em português:</p>

<p><ol><li><a href="http://www.phreedom.org/research/rogue-ca/" target="_blank">Criação de certificado forjado de CA</a>: uma vulnerabilidade encontrada na actual infra-estrutura de PKI que permite forjar um certificado de uma CA, e com isso gerar certificados digitais forjados para uma série de sites, com o intuito de emitar outros legítimos. Este ataque/vulnerabilidade baseia-se numa fraqueza encontrada na função de hash MD5;<br /></li><li><a href="http://blog.mindedsecurity.com/2009/05/http-parameter-pollution-new-web-attack.html" target="_blank">Poluição de parâmetros HTTP (HPP)</a>: este tipo de ataques ocorrem com a possibilidade de ultrapassar ou injectar parâmetros HTTPS POST/GET através da injecção de delimitadores de cadeias de caracteres. Esta vulnerabilidade pode ser usada para ataques do lado do cliente ou do servidor;<br /></li><li><a href="http://netifera.com/research/" target="_blank">Vulnerabilidade da API do Flickr que permite forjar assinaturas (ataque à extensão MD5)</a>: uma vulnerabilidade encontrada na API do Flickr com a chave que permite gerar as assinaturas necessárias para a autenticação das aplicações externas que usam a API do Flickr. Esta vulnerabilidade permite que um utilizador possa gerar assinaturas válidas sem conhecer a parte secreta de uma chave;<br /></li><li><a href="http://scarybeastsecurity.blogspot.com/2009/12/cross-domain-search-timing.html" target="_blank">Pesquisa intra-domínios temporizada</a>: um ataque de timing (de temporização) é um ataque em que um atacante tenta comprometer um sistema analisando o tempo que demorar uma determinada operação a ser realizada;<br /></li><li><a href="http://ha.ckers.org/blog/20090617/slowloris-http-dos/" target="_blank">DoS HTTP Slowloris</a>: o <a href="http://ha.ckers.org/slowloris/" target="_blank">Slowloris</a> é um ataque de DoS HTTP que se aproveita do facto de que é possível manter uma sessão HTTP aberta indefinidamente e de se poder repetir esse mesmo processo por diversas vezes;<br /></li><li><a href="http://soroush.secproject.com/downloadable/iis-semicolon-report.pdf" target="_blank">Vulnerabilidade 0-day no parsing de ficheiros do IIS</a>: esta vulnerabilidade surge(ia) pelo facto do ISS executar código ignorando a interpretação de um &#8216;;&#8217;. Por exemplo o script &#8220;malicioso.asp;.jpg&#8221; seria executado (o ASP) uma vez que o IIS ignorava o &#8216;;&#8217; e considerava o ficheiro como sendo uma imagem JPEG;<br /></li><li><a href="http://stephensclafani.com/2009/05/26/exploiting-unexploitable-xss/" target="_blank">Explotar XSS inexplorado</a>: mais um conjunto métodos para explorar vulnerabilidades do tipo XSS;<br /></li><li><a href="http://stephensclafani.com/2009/05/26/exploiting-unexploitable-xss/" target="_blank">Os filtros XSS favoritos e como atacá-los</a></li><li><a href="http://www.sectheory.com/rfc1918-security-issues.htm" target="_blank">Problemas de segurança na cache RFC1918</a>: explorar os mecanismos de mapeamento de cache desse mapeamento na Internet, em especial nos endereços IP não-públicos que são passíveis de &#8220;routear&#8221;;<br /></li><li>Rebinding to DNS: este tipo está divido em três partes distintas, <a href="http://ha.ckers.org/blog/20090120/persistent-cookies-and-dns-rebinding-redux/" target="_blank">cookies persistentes</a>, <a href="http://ha.ckers.org/blog/20091118/dns-rebinding-for-scraping-and-spamming/" target="_blank">scraping e spamming</a> e <a href="http://ha.ckers.org/blog/20091116/session-fixation-via-dns-rebinding/" target="_blank">fixação de sessões</a>.<br /></li></ol>Enfim, parece-me uma leitura de fim de semana interessante!!!</p>

<p><br class="final-break" /></p>
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		<title>Blogs em português sobre segurança de Informação</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 00:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[O Sandro Süffert, especialista em Segurança da Informação e blogger, compilou uma lista exaustiva de blogs (até à data são 51 blogs, maioritariamente brasileiros e portugueses) sobre Segurança da Informação.

Esta lista pode ser consultada directamente a partir do seu blog.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://suffert.com/" target="_blank">Sandro Süffert</a>, especialista em Segurança da Informação e <a href="http://sseguranca.blogspot.com/" target="_blank">blogger</a>, compilou uma lista exaustiva de blogs (até à data são 51 blogs, maioritariamente brasileiros e portugueses) sobre Segurança da Informação.</p>

<p>Esta <a href="http://sseguranca.blogspot.com/2008/12/blogs-brasileiros-sobre-seguranca-links.html" target="_blank">lista</a> pode ser consultada directamente a partir do seu <a href="http://sseguranca.blogspot.com/2008/12/blogs-brasileiros-sobre-seguranca-links.html" target="_blank">blog</a>.</p>

<p><br class="final-break" /></p>
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		<title>Saiu a versão final do Backtrack 4</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 23:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Treino e Formação]]></category>
		<category><![CDATA[backtrack]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem trabalha na área da segurança de informação deve conhecer, ou pelo menos já deve ter ouvido falar da distribuição Linux que dá pelo nome de Backtrack.

A equipa que desenvolve e distribui a distribuição Backtrack anunciou recentemente que a versão final do BT4.

O BT4 é composto por um conjunto alargado de ferramentas que permitem efectuar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem trabalha na área da segurança de informação deve conhecer, ou pelo menos já deve ter ouvido falar da distribuição Linux que dá pelo nome de <a href="http://www.backtrack-linux.org/" title="Homepage da ferramenta Backtrack">Backtrack</a>.</p>

<p>A equipa que desenvolve e distribui a distribuição <a href="http://www.backtrack-linux.org/" title="Homepage da ferramenta Backtrack">Backtrack</a> anunciou recentemente que a versão final do <strong>BT4</strong>.</p>

<p>O BT4 é composto por um conjunto alargado de ferramentas que permitem efectuar <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Penetration_test" title="Penetration Test at Wikipedia">testes de penetração</a>, num ambiente integralmente dedicado a profissionais de segurança. O BT permite um leque alargado de opções de instalação e de execução:<br />
1. Pode correr nativamente na máquina<br />
2. Pode ser executado como um Live CD<br />
3. Pode ser executado a partir de uma <em>pen</em> USB</p>

<p>Enfim, o BT4 é uma ferramenta fundamental para quem está trabalha na área de segurança de informação, e tem como principal actividade a realização de testes à segurança de sistemas &#8211; em particular <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Penetration_test" title="Penetration Test at Wikipedia">testes de penetração</a>. O BT4 vem (bem) apetrechado com as mais recentes versões de todas as ferramentas necessárias à realização da sua actividade profissional.</p>

<div style="text-align:center;"><img src="http://webappsec.netmust.eu/wp-content/uploads/2010/01/781E6A4D-2DAA-4175-9EEC-C0B122AC75B3.jpg" alt="781E6A4D-2DAA-4175-9EEC-C0B122AC75B3.jpg" border="0" width="535" height="231" /></div>

<p>Como não poderia deixar de ser, queria desde já lançar aqui um alerta para que não hajam posteriores confusões. O BT4, como qualquer ferramenta de segurança informática (especialmente aquelas mais vocacionadas para a realização de testes de vulnerabilidades), podem ser utilizadas para fins maléficos. É completamente desaconselhada a utilização deste tipo de ferramentas para fins ilícitos, sob pena de poderem ser punidos de acordo com a legislação em vigor. <strong>O aviso à navegação fica feito</strong>.</p>
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		<title>Curso online de Metasploit</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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		<description><![CDATA[Excelente curso online gratuito sobre como utilizar a framework Metasploit. A Metasploit Framework (MSF) é considerada como uma das melhores ferramentas de auditoria livres que existem para os profissionais de segurança nos nossos dias.

A SF oferece informações úteis para quem tenha que realizar testes de penetração, desenvolvimento de assinaturas de IDS, e investigação de vulnerabilidades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial;">Excelente <a href="http://www.offensive-security.com/metasploit-unleashed/" target="_blank">curso online gratuito</a> sobre como utilizar a framework <a href="http://www.metasploit.com/" target="_blank">Metasploit</a>. A Metasploit Framework (MSF) é considerada como uma das melhores ferramentas de auditoria livres que existem para os profissionais de segurança nos nossos dias.</p>

<p style="clear: both"><a href="http://webappsec.netmust.eu/wp-content/uploads/2009/11/logo-1.png" class="image-link"><img class="linked-to-original" src="http://webappsec.netmust.eu/wp-content/uploads/2009/11/logo-1-thumb.png" height="187" width="380" style=" text-align: center; display: block; margin: 0 auto 10px;" /></a><div style="text-align: justify;">A SF oferece informações úteis para quem tenha que realizar testes de penetração, desenvolvimento de assinaturas de IDS, e investigação de vulnerabilidades e de exploits. Este projeto foi criado para fornecer informações sobre diversas técnicas e mecanismos de exploração de vulnerabilidades e assim ser recurso útil para ajudar os profissionais de segurança.</div></p>

<p style="text-align: justify;background-image: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; -webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial;">Esta e outras ferramentas e informações semelhantes servem única e exclusivamente para fins de investigação na área da segurança de informação e ajudar os profissionais a trabalharem no sentido da melhoria das condições de segurança de informação dos seus clientes. Utilizar este tipo de ferramentas para outros fins que não estes, sujeita os utilizadores das referidas ferramentas a punições de acordo com a aplicação da legislação em vigor.</p>

<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>PGP cracking, vulnerabilidade Linux, estatísticas, Gumblar e mais algumas coisas</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 11:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
		<category><![CDATA[Projectos]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
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		<description><![CDATA[Como não tem havido muito tempo para escrever muitas coisas, aqui fica um pequeno apanhado de algumas das notícias relacionadas com segurança de informação nos dias que passaram.

Usar cloud computing para quebrar o PGPO Cloud Computing tem vindo a permitir alguns projectos interessantes, que não teriam sido tentados anteriormente sem o barato, flexível, disponível e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como não tem havido muito tempo para escrever muitas coisas, aqui fica um pequeno apanhado de algumas das notícias relacionadas com segurança de informação nos dias que passaram.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://news.electricalchemy.net/2009/10/cracking-passwords-in-cloud.html" target="_blank">Usar cloud computing para quebrar o PGP</a><br /></strong>O Cloud Computing tem vindo a permitir alguns projectos interessantes, que não teriam sido tentados anteriormente sem o barato, flexível, disponível e simples acesso que permite liberar o poder de computação que &#8220;nuvem&#8221; proporciona.</p>

<p style="text-align: justify;">Uns <a href="http://news.electricalchemy.net/2009/10/cracking-passwords-in-cloud.html" target="_blank">tipos resolveram aproveitar</a> o poder computacional proporcionado pela cloud (<a href="http://aws.amazon.com/ec2/" target="_blank">Amazon EC2</a>) e resolveram montar um projecto para quebrar as palavras-passe PGP dos ficheiros ZIP. Para isso usaram parte do software da <a href="http://www.elcomsoft.com/edpr.html" target="_blank">Elcomsoft Distributed Password Recovery</a>. O software a correr num computador dual core com Windows 7 iria demorar cerca de 2100 dias para quebrar as palavras-passe num ataque de força bruta. O objectivo é reduzir este número para um valor bastante mais aceitável&#8230;</p>

<p style="text-align: justify;">Interessante.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.theregister.co.uk/2009/11/03/linux_kernel_vulnerability/" target="_blank">Vulnerabilidade no Kernel Linux</a></strong></p>

<p style="text-align: justify;">Foi <a href="http://grsecurity.net/" target="_blank">descoberta</a> uma vulnerabilidade no kernel Linux que afecta a maioria das versões do Linux e que pode permitir que utilizadores não confiáveis possam conseguir o controlo completo sobre o sistema operativo open-source. <br /><br />Esta vulnerabilidade foi apenas corrigida na próxima release candidate 2.6.32 do kernel do Linux, fazendo com que praticamente todas as versões de produção em utilização estejam neste momento vulneráveis.</p>

<p style="text-align: justify;">Mais detalhes podem ser obtidos <a href="http://www.theregister.co.uk/2009/11/03/linux_kernel_vulnerability/" target="_blank">aqui</a>.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://projects.webappsec.org/Web-Application-Security-Statistics" target="_blank">Relatório de estatísticas de vulnerabilidades Web</a></strong></p>

<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.webappsec.org/" target="_blank">Web Application Security Consortium</a> (WASC) publicou o WASC Web Application Security Statistics Project 2008. Os objectivos deste projecto eram os seguintes:<br /><ol style="clear: both"><li>Identificar a prevalência e a probabilidade das diferentes classes de vulnerabilidades;<br /></li><li>Comparar as metodologias de testes com os tipos de vulnerabilidades que as mesmas seriam capazes de identificar.<br /></li></ol>O relatório final pode ser consultado <a href="http://projects.webappsec.org/Web-Application-Security-Statistics" target="_blank">aqui</a>.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.macworld.co.uk/digitallifestyle/news/index.cfm?RSS&#038;NewsID=27485" target="_blank">Gumblar está de volta</a></strong></p>

<p style="text-align: justify;">Ao que parece, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gumblar" target="_blank">Gumblar</a> está de regresso. O Gumblar infecta sites de web vulneráveis como forma de comprometer PCs que estejam igualmente vulneráveis.</p>

<p style="text-align: justify;">Recentemente, foram encontrados milhares de sites em que havia sido colocado um IFRAME, como forma de colocar conteúdo de um site num outro. Este IFRAME redireccionava o tráfego para o domínio <strong>gumblar.cn</strong>. O Gumblar tentava então explorar o computador do utilizador através de vulnerabilidades encontradas em software da Adobe Systems em produtos como o Flash ou o Acrobat Reader e em seguida distribuir o seu código malicioso.</p>

<p style="text-align: justify;">Mais informações sobre esta perigosa ameaça podem ser encontradas neste <a href="http://www.macworld.co.uk/digitallifestyle/news/index.cfm?RSS&#038;NewsID=27485" target="_blank">artigo</a>.</p>

<p style="text-align: justify;"></p>

<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nikto &#8211; scanner para servidores web</title>
		<link>http://webappsec.netmust.eu/2009/10/24/nikto-scanner-para-servidores-web/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 02:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[nikto]]></category>
		<category><![CDATA[web-server scanner]]></category>

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		<description><![CDATA[Em grande medida, o trabalho de um profissional de segurança de informação, passa por identificar os principais riscos e os pontos fracos de um determinado sistema. Para isso, são utilizadas múltiplas ferramentas que podem efectivamente contribuir para a realização desta tarefa.

Uma destas ferramentas é o Nikto. O Nikto é um software Open Source (GPL), escrito]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em grande medida, o trabalho de um profissional de segurança de informação, passa por identificar os principais riscos e os pontos fracos de um determinado sistema. Para isso, são utilizadas múltiplas ferramentas que podem efectivamente contribuir para a realização desta tarefa.</p>

<p style="text-align: justify;">Uma destas ferramentas é o <a href="http://cirt.net/nikto2" target="_blank">Nikto</a>. O Nikto é um software Open Source (GPL), escrito em Perl, que serve para efectuar análises a servidores web, realizando testes abrangentes a vários itens, incluindo mais de 3.500 arquivos potencialmente perigosos / CGIs, versões em mais de 900 servidores, e a versões de problemas específicos em mais de 250 servidores. </p>

<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		</item>
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		<title>Duas importantes ferramentas&#8230;</title>
		<link>http://webappsec.netmust.eu/2009/10/19/duas-importantes-ferramentas/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 00:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[backtrack]]></category>
		<category><![CDATA[live cd]]></category>
		<category><![CDATA[OWASP]]></category>
		<category><![CDATA[Pen-testing]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui fica a referência para dois importantes recursos para quem trabalha na área de Segurança de Informação, que reúnem no mesmo espaço todo um conjunto de ferramentas importantes:

BackTrack 4: é uma distribuição de Linux centrada em pen-testing, oferecendo as ferramentas necessárias para conduzir os mais diversos testes de penetração, sem que seja necessário a instalação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aqui fica a referência para dois importantes recursos para quem trabalha na área de Segurança de Informação, que reúnem no mesmo espaço todo um conjunto de ferramentas importantes:</p>

<p style="clear: both"><ul style="clear: both"><li style="text-align: justify;"><a href="http://www.remote-exploit.org/backtrack.html" target="_blank">BackTrack 4</a>: é uma distribuição de Linux centrada em <em>pen-testing</em>, oferecendo as ferramentas necessárias para conduzir os mais diversos testes de penetração, sem que seja necessário a instalação ou configuração de qualquer uma das ferramentas; <br /></li><li style="text-align: justify;"><a href="http://www.owasp.org/index.php/Category:OWASP_Live_CD_Project" target="_blank">OWASP Live CD</a>: é um projecto do <a href="http://www.owasp.org" target="_blank">OWASP</a>, que reúne igualmente num único CD (distribuição Linux) todas as ferramentas e documentos do OWASP, assim como mais um conjunto de ferramentas de segurança open-source.</li></ul></p>

<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ataques de Negação de Serviço ao nível aplicacional</title>
		<link>http://webappsec.netmust.eu/2009/10/19/ataques-de-negacao-de-servico-ao-nivel-aplicacional/</link>
		<comments>http://webappsec.netmust.eu/2009/10/19/ataques-de-negacao-de-servico-ao-nivel-aplicacional/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 20:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Apache]]></category>
		<category><![CDATA[dos]]></category>
		<category><![CDATA[webapp]]></category>
		<category><![CDATA[webdefend]]></category>

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		<description><![CDATA[Como é que se planeia a identificação e a mitigação de um ataque de negação de serviço de uma aplicação web nos site de web que disponibilizamos e gerimos?

É esta a questão que nos deixa Ryan Barnett, autor de &#8220;Preventing Web Attacks with Apache&#8220;, sobre como identificar condições de ataques de negação de serviço em]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote style="clear: both"><p>Como é que se planeia a identificação e a mitigação de um ataque de negação de serviço de uma aplicação web nos site de web que disponibilizamos e gerimos?</p></blockquote>

<p style="text-align: justify;">É esta a questão que nos deixa <a href="http://www.blogger.com/profile/12300602630139148313" target="_blank">Ryan Barnett</a>, autor de &#8220;<a href="http://www.amazon.com/Preventing-Attacks-Apache-Ryan-Barnett/dp/0321321286" target="_blank">Preventing Web Attacks with Apache</a>&#8220;, sobre como identificar condições de ataques de negação de serviço em aplicações, através da monitorização do desempenho das mesmas.</p>

<p style="text-align: justify;">O autor <a href="http://tacticalwebappsec.blogspot.com/2009/10/identifying-denial-of-service.html" target="_blank">levanta</a> algumas questões sobre quais os aspectos a proteger em aplicações web, que podem ser um alvo fácil de ataques de negação de serviço. Por exemplo, serão muito mais propensas a um ataque deste género, as funcionalidades de uma aplicação web que necessitem de grande interacção com os sistemas de back-end para gerar relatórios, e que como tal consomem mais recursos quer em termos de processamento quer em termos de memória.</p>

<p style="text-align: justify;">Assim, e <a href="http://tacticalwebappsec.blogspot.com/2009/10/identifying-denial-of-service.html" target="_blank">segundo Ryan Barnett</a>, torna-se importante a utilização de ferramentas (sugerindo o <a href="http://www.breach.com/news-events/press-releases/2009-10-06_WebDefend4.html" target="_blank">WebDefend 4.0</a>) que analisam o desempenho das aplicações web, e que detectam quais são os pontos mais susceptíveis a sofrerem um ataque de DoS. Por outro lado, é possível analisar o desempenho de uma aplicação web para verificar se a mesma está a sofrer alguma degradação em termos de desempenho que possa indicar um ataque em curso. Como é óbvio, este tipo de ferramentas não são 100% à prova de falhas e podem originar falsos alarmes, decorrendo de outros aspectos que nada têm que ver com um ataque. </p>

<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		<title>Anti-XSS Library 3.1</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 22:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft information security]]></category>
		<category><![CDATA[sre]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[xss]]></category>

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		<description><![CDATA[A Microsoft Information Security lançou uma nova versão da sua ferramenta Anti-XSS, a Anti-XSS Library 3.1. Neste site é possível encontrar não apenas o anúncio do lançamento da ferramenta, mas igualmente uma apresentação em que é demonstrada a utilização da mesma.

Ao longo desta apresentação são focados os seguintes aspectos:O que é um ataque de XSS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.msinfosec.com/" target="_blank">Microsoft Information Security</a> lançou uma nova versão da sua ferramenta Anti-XSS, a <a href="http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyId=051ee83c-5ccf-48ed-8463-02f56a6bfc09&#038;displaylang=en" target="_blank">Anti-XSS Library 3.1</a>. Neste site é possível encontrar não apenas o anúncio do lançamento da ferramenta, mas igualmente uma apresentação em que é demonstrada a utilização da mesma.</p>

<p style="clear: both"><div style="text-align: justify;">Ao longo desta apresentação são focados os seguintes aspectos:</div><ul style="clear: both"><li style="text-align: justify;">O que é um ataque de XSS &#8211; Cross-Site Scripting<br /></li><li style="text-align: justify;">Como detectar vulnerabilidades de XSS;<br /></li><li style="text-align: justify;">Introdução à Anti-XSS Library<br /></li><li style="text-align: justify;">O que há de nova nesta nova versão da Anti-XSS Library<br /></li><li style="text-align: justify;">Demonstração da Anti-XSS Library 3.1<br /></li><li style="text-align: justify;">Apresentação do <a href="http://blogs.msdn.com/cisg/archive/2008/10/24/a-sneak-peak-at-the-security-runtime-engine.aspx" target="_blank">Security Runtime Engine</a> (SRE)<br /></li><li style="text-align: justify;">Demonstração do SRE.</li></ul></p>

<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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		<title>WordPress sob ataque</title>
		<link>http://webappsec.netmust.eu/2009/09/06/wordpress-sob-ataque/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 18:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Serrao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das plataformas de blogues mais utilizadas no mundo inteiro, o WordPress, está sob ataque cerrado. A ver aqui.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both">Uma das plataformas de blogues mais utilizadas no mundo inteiro, o WordPress, está sob ataque cerrado. A ver <a href="http://www.techcrunch.com/2009/09/05/security-threat-wordpress-under-attack/" target="_blank">aqui</a>.</p>

<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
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